“Hoje eu vou fugir de casa
Vou levar a mala cheia de ilusão
Vou deixar alguma coisa velha
Esparramada toda pelo chão
Vou correr num automóvel enorme e forte
A sorte e a morte a esperar
Vultos altos e baixos
Que me assustavam só em olhar
Vou levar a mala cheia de ilusão
Vou deixar alguma coisa velha
Esparramada toda pelo chão
Vou correr num automóvel enorme e forte
A sorte e a morte a esperar
Vultos altos e baixos
Que me assustavam só em olhar
Pra onde eu vou, ah
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou
Faróis altos e baixos que me fotografam
A me procurar
Dois olhos de mercúrio iluminam meus passos
A me espionar
O sinal está vermelho e os carros vão passando
E eu ando, ando, ando
Minha roupa atravessa e me leva pela mão
Do chão, do chão, do chão“
creditos: wladimir caze [www.silvahorrida.blogspot.com]
Nada de ilusão, e sim jogue seu corpo no mundo, sem esperar algo demais (mas esperando), e com positividade.
Por: Fúlvio em Maio 1, 2008
às 9:48 pm
Tô com um leve pressentimento que tu vai arrumar uma paixão nessa viagem.
Por: Felipe Red em Maio 2, 2008
às 1:27 am
ÊPA! Nada disso, mocinho! Sua música para esta viagem, já disse, é Belchior, “Tudo Outra Vez”.
“Há tempo, muito tempo que eu estou longe de casa
E nessas ilhas cheias de distância
O meu blusão de couro se estragou
Ouvi dizer num papo da rapaziada
Que aquele amigo que embarcou comigo
Cheio de esperança e fé, já se mandou…
Sentado à beira do caminho pra pedir carona
Tenho falado à mulher companheira
Quem sabe lá no trópico a vida esteja a mil
E um cara que transava à noite no “Danúbio azul”
Me disse que faz sol na América do Sul
E nossas irmãs nos esperam no coração do Brasil…
Minha rede branca, meu cachorro ligeiro
Sertão, olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo “saudade” como o charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar…
Gente de minha rua, como eu andei distante
Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
Minha normalista linda, ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar…
Até parece que foi ontem minha mocidade
Meu diploma de sofrer de outra Universidade
Minha fala nordestina, quero esquecer o francês
E vou viver as coisas novas, que também são boas
O amor/humor das praças cheias de pessoas
Agora eu quero tudo, tudo outra vez….”
Música LINDA, Xú… LINDA… Fala de Brasil, da nossa gente… Nós somos a América Latina!!!!!!
São EXATAMENTE 02:15 da manhã de Sexta-feira, 2 de Maio de 2008. Tô escutando essa música em sua homenagem e tô chorando, Xú… chorando muito….Ando ansurdamente melancólica com tudo isso…
TE AMO.
Clara.
Por: Maria Clara Dultra em Maio 2, 2008
às 5:17 am